sábado 7 de fevereiro

Mobilização de Recursos para Auxílio Imediato

A Marinha Portuguesa está em ação para ajudar as comunidades que sofreram com os impactos da Depressão Kristin, que atingiu Portugal Continental na madrugada de 28 de janeiro. O fenômeno climático causou estragos significativos em infraestruturas, resultando em cortes de energia e complicações na circulação rodoviária, especialmente na Região Centro do país.

Após a passagem da Depressão, diversas localidades ficaram sem fornecimento de energia elétrica, o que levou à pronta mobilização de diversos meios da Marinha para atender às demandas mais urgentes. Foram enviados cinco geradores para auxiliar as áreas afetadas nos municípios da Batalha, Figueira da Foz, Marinha Grande e Ourém, assegurando o funcionamento de serviços essenciais e suporte direto às populações impactadas.

Além disso, equipes de militares da Marinha estão ativamente envolvidas em operações de desobstrução de vias na Batalha, enquanto botes foram posicionados na região de Coimbra, ao longo das margens do rio Mondego. Essas ações preventivas são realizadas em estreita colaboração com os Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho e os Bombeiros Sapadores de Coimbra, ampliando a resposta conjunta às repercussões da Depressão Kristin.

Força-Tarefa Mobilizada para Avaliação e Ações de Resgate

No total, a Marinha está engajada com 54 militares, além de contar com 11 viaturas, seis botes, cinco geradores e três drones. Esses recursos são vitais para a desobstrução de edifícios, estradas e outros locais que foram afetados. A equipe está realizando uma avaliação contínua da situação no terreno, garantindo uma resposta ágil às ocorrências que surgem.

Nos próximos dias, conforme orientação da Câmara Municipal de Leiria, está prevista a atuação de um grupo de técnicos em eletricidade, além de dois pelotões de Fuzileiros. O objetivo é apoiar a reparação de edifícios danificados e a normalização da circulação rodoviária na região. Um pelotão adicional permanece em estado de prontidão para atuar nos rios Tejo e Sado, caso a situação demande intervenção.

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