sábado 17 de janeiro

Instituição Estabelece Diretrizes para Inovação

O Parque Tecnológico de Pelotas acaba de dar um passo significativo para a inovação no Brasil ao lançar sua própria política de inovação. Com essa iniciativa, o parque se torna o primeiro no país a contar com um regulamento formal que orienta suas ações no setor, destacando-se entre outras instituições brasileiras.

A nova política foi aprovada pelo Conselho de Administração da Tecnosul, consolidando o Parque como uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). Na prática, essa regulamentação dá suporte a diversas iniciativas relacionadas à inovação, além de nortear atividades cruciais como a captação de recursos e a formalização de contratos com empresas e instituições parceiras.

Vinícius Campos, presidente do Parque Tecnológico de Pelotas, expressou a importância dessa conquista: “O parque é o único no Brasil a ter isso, pois a maioria dos parques está vinculada a universidades que aplicam suas próprias políticas de inovação. Por sermos independentes, tivemos que criar a nossa própria, um pioneirismo que deve se manter por bastante tempo”.

Crescimento e Estrutura do Parque

Desde sua fundação em 2016, o Parque Tecnológico de Pelotas tem mostrado um crescimento notável, reunindo atualmente 65 empresas, sendo 22 delas incubadas e dez em pré-incubação. O espaço se destaca em áreas como Tecnologia da Informação e Comunicação, Tecnologia em Saúde, Biotecnologia e Indústria Criativa.

De acordo com Campos, a nova política facilitará uma série de ações necessárias para o avanço do parque: “Isso orienta uma série de ações que o parque precisará realizar, como captar mais recursos e facilitar o dia a dia em termos de contratos entre empresas ou com entes externos”.

Com a implementação dessa nova regulamentação, o Parque está agora em posição de oferecer auditórios, salas e outros espaços com a nomenclatura de empresas através de parcerias formalizadas, permitindo que marcas se vinculem a projetos, programas ou iniciativas do Tecnosul.

“Vamos estar aptos a captar mais recursos por ter a política e também possibilitar a captação via name rights, algo que antes não era possível aqui no parque”, finaliza Campos, destacando as novas oportunidades que surgem com essa inovação.

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