sexta-feira 6 de fevereiro

Interferência em Atendimento Hospitalar

Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) para responder a um acidente de trânsito na Rua Xampuri, localizada no bairro Primavera, em Ji-Paraná. Ao chegarem ao local indicado, os policiais perceberam que não havia vítimas ou condutores relacionados ao sinistro. Considerando essa situação, a equipe se dirigiu até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), cumprindo um procedimento padrão para verificar possíveis feridos que pudessem ter sido levados para o hospital em decorrência do acidente.

Na UPA, os policiais encontraram uma vítima em atendimento na sala de emergência, conhecida como “sala vermelha”. A equipe médica permitiu que a Polícia Militar conversasse com a vítima para levantar informações sobre o ocorrido. Apesar de uma queda ter sido registrada, tratava-se de uma lesão corporal resultante do acidente, o que torna necessário o registro policial.

Durante o atendimento, uma mulher entrou na sala de emergência e começou a perturbar o trabalho da equipe médica, mesmo na presença dos policiais. Os profissionais de saúde pediram que ela se retirasse, mas a mulher se negou, afirmando que não deixaria a sala vermelha. Diante da insistência e da perturbação do ambiente hospitalar, o médico solicitou apoio da Polícia Militar.

Os policiais, de forma educada, tentaram convencer a mulher a sair do local, mas ela reiterou sua recusa, alegando que ninguém tinha autoridade para expulsá-la da sala. Após uma nova tentativa de orientação, a mulher resistiu passivamente, desobedecendo às ordens legais e continuando a atrapalhar o funcionamento do centro de emergência.

Em razão dos fatos, a polícia deu voz de prisão à mulher pelos crimes de perturbação do trabalho, desobediência e possível desacato. A ocorrência foi devidamente registrada e será encaminhada à autoridade policial para as providências cabíveis. Este episódio ressalta a importância do respeito ao trabalho dos profissionais de saúde, especialmente em momentos críticos de atendimento médico.

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