Confiança do Setor Privado Impulsiona Geração de Empregos
O mercado de trabalho formal no Recife apresentou um saldo positivo de 3.633 novas vagas com carteira assinada em março de 2026. De acordo com a administração municipal, esse resultado representa o melhor desempenho para o mês desde 2020, superando o crescimento de todo o estado de Pernambuco, que registrou a criação de 3.287 postos formais no mesmo período.
Esse progresso reforça a tendência positiva acumulada na capital pernambucana, que gerou, ao longo do primeiro trimestre, um total de 5.018 empregos formais. As informações são provenientes do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), administrado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e foram divulgadas nesta quarta-feira, 29.
“O Caged confirma, mais uma vez, o saldo positivo de empregos formais no Recife, o que demonstra a confiança do setor privado no ambiente de negócios da região. Esse robusto volume é resultado do ciclo de investimentos públicos promovidos pela Prefeitura nos últimos anos, combinado com o momento favorável que vive o setor imobiliário. A sanção da nova Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo abrirá possibilidades para um estoque significativo de imóveis a serem lançados neste ano, se comparado aos últimos anos”, salientou Felipe Matos, secretário de Desenvolvimento Econômico do Recife.
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Mercado de Trabalho em Expansão
Com os dados mais recentes, o número total de empregos formais no Recife chegou a 588.402 vínculos, estabelecendo um novo patamar para o mercado de trabalho local. No mês de março, foram registradas 22.285 admissões, enquanto os desligamentos somaram 18.652, indicando uma dinâmica favorável no setor.
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Fonte: bahnoticias.com.br
A distribuição da geração de empregos abrangeu diversos setores da economia, com destaque para o segmento de Serviços, que foi responsável por 2.767 novas vagas e teve um papel crucial no resultado positivo do mês. Dentro desta área, as atividades de informação, comunicação e serviços profissionais e administrativos se destacaram com a criação de 1.248 postos, seguidas por administração pública, educação e saúde, que geraram 980 novas vagas.
A Construção Civil também se destacou, apresentando um saldo de 903 empregos e um crescimento de 2,05% no estoque do setor, reforçando a vitalidade desta área. O Comércio, por sua vez, registrou uma leve alta de 103 vagas. Em contrapartida, a Indústria experimentou uma queda de 138 empregos, assim como a Agropecuária, que perdeu 2 postos de trabalho.

